quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Brindemos!


Farei, neste post, fazer um brinde a muitas pessoas, comuns, que nos deparamos diariamente em nossa sociedade. Lá vai:

- Um brinde a todos aqueles que aceleram até encostar-se ao carro da frente, pra não deixar você mudar de pista na frente desta amável pessoa.

- Um brinde a todas aquelas simpatias que entram no elevador como se não tivesse mais ninguém, entrando mudo e saindo calado. (Nem o papo de “Frio hoje, ein?”).

- Um brinde aquelas pessoas que não perguntam se você quer lavar o vidro do carro no semáforo, e, SOLIDARIAMENTE, lavam seu vidro, pedindo um trocadinho de 5 reais. Põe na conta aí também um brinde aos irmãos dessas bondosas pessoas, os flanelinhas, que cuidam tão amorosamente dos carros que param na 'área' deles, sem pedir autorização, ô abuso! Sorte a nossa que eles são solidários para com o próximo!

- Um brinde a todos os ‘patrIdioticamentes’ patriotas quando a seleção brasileira entra em campo, sentindo orgulho de seu país. Mesmo que por 90 minutos.

- Um brinde a todos aqueles que, sentados no trono de seu apartamento, falam que ninguém faz nada para melhorar a sociedade.

- Um caloroso brinde para aqueles que cospem e jogam lixo no chão da cidade, afinal de contas, graças a eles que os Garis AINDA têm seu emprego.

E por fim;

- Um brinde a todos aqueles que preferem receber a notícia ‘mastigadinha’, ao invés de criar sua própria visão.

Brindemos a ingnorância!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Tecnologia ou "SOS Solidão"?

Vou pegar o controle remoto para trocar de canal e avisar minha mãe pelo “msn” que o volume da TV está alto. Já, já, vou mandar um e-mail com as fotos da viagem à Alemanha pro meu primo que viajou para a Espanha.
Hoje poucos escrevem, a maioria digita. A tecnologia é o que é hoje devido a nossa fama de preguiçoso e de gostar muito da comodidade. Vejamos alguns exemplos:
* Controle remoto: é inverno de um domingo meia noite. Você está deitado na cama e quer desligar a televisão. Você prefere ir até ela desligar no botão da tv ou apenas apertar um botão do controle, só precisando mexer um braço?
* Vidro elétrico: você prefere apertar um botão ou fazer toda aquela ginástica para abrir ou fechar o vidro todo?
* Avião: preferes ir pro Japão de avião ou de barco?

São só alguns exemplos de que a tecnologia veio para nos acomodar, nos evitar esforço. Quanto menos força fizer, melhor. Este fato é visto claramente na família. Podes conversar com teu pai durante horas, menos ele estando num continente diferente da qual você está. Ela, a tecnologia, fez com que a distância diminuísse. E quem vibra com isso é a família. Todos podem viajar ou morar longe, que a tecnologia irá aproximá-los.Mas, contradizendo com o que eu disse, será que aproxima? Você está em sua casa na trindade e seus pais estão no centro. Nesse dia tens um assunto para falar com eles, então você recorre à internet, ou telefone. Mas porque não ir até a casa de seus pais, verem-nos pessoalmente, beijá-los e dar um abraço afetivo e caloroso e fazer uma janta com eles?
Ou seja, a tecnologia tem seus aspectos positivos e negativos para a família. Ao mesmo tempo em que ela nos une, ela nos desune. Porém, caso você decida em deslocar-se até a casa de seus pais, você prefere ir a pé ou de carro?

Um abraço,
Felipe Fagundes!

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Esse mundo realmente é engraçado.

Neste final de semana, na minha cidade, houve manifestações de grupos, onde foram as ruas cantar fortemente suas músicas, mostrando todo seu orgulho de serem aquilo que a manisfestação dizia.

Até aí tudo bem, mostrar seu orgulho a respeito de qualquer coisa é válida, mas imagino se todos aqueles que sentissem orgulho de alguma coisa, qualquer que seja, resolvessem sair pelas ruas, fechando avenidas e colocando música alta. Dia do orgulho Emo, dia do Orgulho do Pintor, do Serralheiro, do Roqueiro, do pagodeiro, do tenista, do engenheiro, do servente, do professor, etc, etc, etc. Seria um verdadeiro caos.

Porém, seria um profundo preconceito alguém vir a ser contra tal manifestação, já que todos nós temos direito de mostrar nosso orgulho de ser aquilo que somos. Sem dizer que hoje tá na moda fazer essas manifestações (lê-se festas), em vez de tomar alguma atitude séria. Mas se alguém sair as ruas pra mostrar seu orgulho de ser roqueiro, rapper, pagodeiro, hetero, engenheiro, professor, não será bem visto. Muito estranho isso.

Isso tudo é uma grande palhaçada! Não vai ser fechando avenida, colocando música alta que fará diminuir o preconceito, muito menos fazendo festa. Mas sim mostrando que somos todos iguais, pois não é um vestuário que nos fará diferente, mas sim a mente de cada pessoa.

Mas vai falar mal de tal manifestação, serás visto com um cruel preconceituoso. Vá entender.

Abraço,
Felipe Fagundes!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Medo, todos tem, poucos assumem.


Como tods os post's múltiplos de 3, este será um poema em que nos fala sobre o medo do ser humano.


"O pior medo é o medo de saber
Saber que podemos fazer, que podemos vencer.
E a consciência disso nos dá muito medo.
Vivemos com medo do futuro olhando sempre pro passado.
Isso nos faz escravos do presente, sendo impossível suportá-lo.

Medo da opinião de outro
Isso só me deixará louco.

O medo é uma forma de se fazer censura
“Não faça isso, é perigoso. Ele é mal.”
É o medo, imposto numa forma de ditadura
Geralmente por algum boçal.

Nada nessa vida vamos temer
Enfrentaremos para vencer."


Um abraço,

Felipe Fagundes!

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Fatos intrigantes.

Neste post irei falar resumidamente sobre dois assuntos que me chamaram muito a atenção durante a semana.
Muito se ouve falar da gripe A, H1n1, suína, gripe dosa porquinhos, etc. Dizem que devemos redobrar nosso cuidado com a higiene, evitar lugares aglomerados e tal. Até aí tudo bem, mas o quê me deixa irritado são esses palermas que usam a máscara apenas como enfeite, como moda, e ainda por cima se acham “O Cara” com a máscara. Se quer se mostrar se pinte de vermelho, sobe no poste de luz e canta o hino brasileiro em russo!
O pior de tudo é ver o pessoal usar de forma errada a máscara. Se a paranóia com essa gripe é tão grande, então que não saia de casa, fique isolado em casa, pois essa máscara não resolve muito não. E o pior de tudo é ver o cidadão não tampar o nariz, aí mesmo que não adiantará de porr* nenhuma. É triste ver pessoas que usam a máscara, ou de forma errada, ou usar apenas pelo fato de estar na “moda”. Lamentável!

Outro fato que me deixou curioso foi certa emissora de televisão falar que outra emissora usou dinheiro dos fiéis do Reino de Deus para a emissora do Macedo. Lógico que tal ação é errada, onde a punição deve sim acontecer, mas me pergunto que moral tem tal emissora que era a favor da Ditadura, que aliena milhões de pessoas com seus programas, que mostra a versão deles dos fatos, em vez da versão real, entre tantos outros absurdos. Fico imaginando que moral o ‘sujo’ tem pra falar do ‘mal-lavado’.
Estamos numa época em que o mais importante não é crescer, e sim derrubar o adversário.

Até o próximo post!
Um abraço,
Felipe Fagundes!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Vc ñ ta entendendo oq eu escrevo, pq?


Pois é, além do português, nossa língua, e também saber, o básico que for de inglês e espanhol, temos que saber a linguagem da internet e suas abreviações.
Mas é o tal negócio, em internet a escrita é assim mesmo, quando falamos sobre Orkut e MSN, onde é uma conversa mais a vontade, sem todas aquelas regras chatas do portugês.
Na internet, pto + p/ isso, só existe um porque, ou por que, ou quem sabe porquê e, PQ não, por quê. E esse é o PQ, acabando com essa dúvida que temos desses terríveis 4 pq’s.

Quando vc viaja p/ Alemanha, ñ tens q saber falar alemão ou quem sabe inglês, já q é a língua universal? Então, qdo tu ta no MSN, Orkut ou coisas do tpw, tens q saber sim a linguagem deste meio, para ter um mínimo de comunicação possível.
Claro.. complicado é quando vem aqueles ‘emoticons’, qdo o cidadão escreve CORRER, aí aparece um boneco correndo. Isso sim eh chato, mas eh soh colocar um ‘ / ‘ antes das palavras.
Mas eh isso aih, p/ podermos nos comunicar com tds, informalmente, temos q saber, ao menos, ler tds essas abreviações q vc vê na internet td dia, pq señ vc ta fuuuuuuuu!

Um abraço,
Felipe Fagundes!

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Sentido da vida...


Neste post de quarta farei de uma forma diferente. Os post’s múltiplos de três serão feitos em forma de poema, onde este, o primeiro, será a respeito do sentido da vida, esta pergunta que tanto nos deixa sempre muito intrigado.
São tantas perguntas a respeito do sentido da vida, qual a nossa função neste mundo, o quê fazer e/ou não fazer.
Poema de autoria própria:

“Qual é o sentido da vida?
Estudar para trabalhar?
Se formar para trabalhar?

Trabalhar para se sustentar?
Ter sucesso para ser reconhecido?
Acho isso muito esquisito.

Dizem que o sentido da vida é ser feliz
Fazer o que lhe dá prazer.
Então todo dia seria carnaval
Tudo que fosse gostoso não teria final.

Ainda não sei o sentido da vida
Seria ser normal?
Mas aí você seria igual
Quero me destacar, ser único.
Problema que todo mundo quer ser assim

Será que o sentido da vida está longe daqui?
Será que essa é a vida que você quis?
Você almejou tantas coisas, tantos sonhos
Vive pensando em fazê-los
Mas eles não passam de fantasias.

Quem não tem sonhos não vive
Ninguém vive sem sonhos
E se você realizar todos seus sonhos?
Sua vida acaba. Sua missão acaba.

Você sempre quer ser o quê não é
Você sempre é o quê nunca quis ser
Nunca encontrou a satisfação completa
E se encontrar, tudo vai se acabar.
Somos movidos pela vontade contrária.


Não quero ter um amor pra vida toda
Quero que a vida me ame
E que todos me amem

Talvez o sentido da vida seja amar
Mas amar e não ser correspondido?
Ninguém gosta de amar escondido

Se alguém souber o sentido da vida
Por favor venha me dizer qual é

Tenho que dormir, pra amanha viver outro dia
Mais um dia sem resposta
Mais um dia falso.

Lutamos por coisas que não podemos ter, nem vencer
Isso é que nos faz viver.”


PS: Aceito poemas de vocês, leitores, basta mandar para o meu e-mail. Eles serão lidos e poderão aparecer neste blog!

Um abraço,
Fagundes!